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No
centro
da
cidade,
o
aparecimento,
nos
últimos
anos,
de
novas
urbanizações,
foi
acompanhado
de
um
decréscimo
nas
áreas
verdes
de
lazer.
Como
exemplo
mais
polémico
deste
estado
de
coisas,
assinale-se
a
destruição
da
mata
do
Sotto
Mayor,
sobranceira
ao
mar.
Como
local
privilegiado
de
desporto
e
ocupação
de
tempos
livres,
a
Figueira
da
Foz
possui
o
Parque
das
Abadias,
espécie
de
fronteira
entre
a
zona
marginal
e
a
parte
mais
antiga
da
cidade.
Baseado
num
projecto
dos
arquitectos
Alberto
Pessoa
e
Ribeiro Telles,
o
parque,
que
aproveitou
terrenos
de
várias
quintas
existentes,
foi
aberto
à
cidade
no
final
da
década
de
60.
No
actual
mandato,
a
autarquia
promoveu
a
reabilitação
da
zona
norte
das
Abadias,
através
de
diversas
obras
que
incluíram
ainda
a
instalação
de
campos
de
jogos
e
parque
radical.
A
intervenção
seguinte
irá
recair
na
área
mais
a
sul,
a
que
confina
com
o
edifício
do
Museu
Municipal.
Entre
o
Parque
das
Abadias
e
o
Rio
Mondego
encontra-se
o
Jardim
Municipal,
o
qual
dispõe
de
parque
infantil
e
ainda
um
coreto
onde,
especialmente
nos
meses
de
Verão,
têm
lugar
diversos
espectáculos
musicais.
Ex-libris
da
Figueira
da
Foz,
pelo
menos
até
à
altura
que
foi
quase
completamente
dizimada
por
um
gigantesco
incêndio,
na
Serra
da
Boa
Viagem
subsistem,
ainda
assim,
alguns
locais
intactos,
como
é
o
caso
da
zona
que
inclui
o
Vale
dos
Cedros,
adjacente
à
capela
de
Santo
Amaro
.
Embora
a
reflorestação
efectiva
do
parque
florestal
se
arraste
a
"passo
de
caracol",
a
serra
continua
a
ser
ponto
de
atracção
de
muitos
visitantes,
nomeadamente
devido
à
espectacular
paisagem
passível
de
se
avistar
em
seu
redor.
Na
zona
norte
do
concelho
destaque
ainda
para
a
Mata
Nacional
de
Quiaios,
que
se
estende
por
terrenos
desta
freguesia
e
do
Bom
Sucesso.
Praias
semi-desérticas
e
as
lagoas
das
Braças
e
Vela
são
alguns
dos
locais
a
merecer
uma
visita.
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