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ÍNDICE

1 - Introdução
2 - O que é o Romantismo
3 - Romantismo na Música
4 - A nova ópera italiana
5 - A supremacia da musica alemã: instrumental e ópera
6 - A primeira onda romântica da Europa - Chopin
7 - A Grande Ópera e a Opereta
8 - O alto romantismo. Berlioz e Schumann

9 - A segunda onda de nacionalismo musical da Europa
10 - O neo-romantismo de Wagner e sua influência
11 - A ópera francesa resiste a Wagner, mas não totalmente
12 - O neo-romantismo italiano: Verdi
13 - A ópera verista na Itália e na França
14 -
Fim do século XIX: A crise da música europeia
15 - Primeiras reacções à crise
16 - O fim da hegemonia alemã: a França supera a crise
17 - A terceira onda de nacionalismo musical

18 - Conclusão
19 - Bibliografia
   

OPÇÕES

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O Romantismo - Música

 

A GRANDE ÓPERA E A OPERETA

RossiniEntre 1830 e 1870 a burguesia tem uma capital, Paris. Na ditadura de Napoleão III, a arte era apenas um divertimento e ostentação. O único estilo de música admitido era a ópera.

Giacomo Meyerbeer (1791-1864), dominou o período da  grande ópera francesa, em Paris. Inicialmente compôs  óperas italianas, no estilo de Rossini. Mas foi com a combinação da disciplina musical alemã, o lirismo italiano e com a teatralidade francesa que as sua óperas se tornaram notáveis pelos seus espectáculos e pelos seus efeitos orquestrais.
A grande ópera explorava um falso romantismo, usando a Idade Média e a História apenas como decoração teatral. A História era aproveitada para representar romanas no palco, procissões católicas, coroações de reis e tumultos populares. A parte musica, era reduzida a uma grande cena de amor, uma oração na hora do perigo e muito barulho por parte da orquestra. O principal objectivo disto tudo eram as palmas do público, ou seja, o sucesso de bilheteria.

Jacques Offenbach (1819-1880)
era um admirador de comédia musical. Compõe a opereta parisiense paródia alegre da grande ópera francesa. São comédia espirituosas, brincando com tudo, desde a mitologia grega até à caricatura das autoridades parisienses.
Dominou a vida musical da capital de Napoleão III entre 1850 e 1870.
O ambiente parisiense entre 1830 e 1870, foi quase hostil à música séria. Literatos e críticos revelaram ignorância espantosa do assunto. Só se admitia a música dramática, a
ópera, e, mesmo assim, com pouca intervenção do elemento sinfónico.


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