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ÍNDICE

1 - Introdução
2 - O que é o Romantismo
3 - Romantismo na Música
4 - A nova ópera italiana
5 - A supremacia da musica alemã: instrumental e ópera
6 - A primeira onda romântica da Europa - Chopin
7 - A Grande Ópera e a Opereta
8 - O alto romantismo. Berlioz e Schumann

9 - A segunda onda de nacionalismo musical da Europa
10 - O neo-romantismo de Wagner e sua influência
11 - A ópera francesa resiste a Wagner, mas não totalmente
12 - O neo-romantismo italiano: Verdi
13 - A ópera verista na Itália e na França
14 -
Fim do século XIX: A crise da música europeia
15 - Primeiras reacções à crise
16 - O fim da hegemonia alemã: a França supera a crise
17 - A terceira onda de nacionalismo musical

18 - Conclusão
19 - Bibliografia
   

OPÇÕES

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O Romantismo - Música

 

O ALTO ROMANTISMO. BERLIOZ E SCHUMANN

No meio desse romantismo falso e falsificado havia uma excussão, a forma francesa do alto romantismo: a obra de Berlioz     

Louis Hector Berlioz (1803-1869), foi  um importante música da época devido à sua grande capacidade de invenção melódica. Ao contrário da sóbrias formas tradicionais como as sonatas organizou as suas obras musicais como ilustrações musicais de enredos literários de estrutura não ortodoxa.

Embora tenha sido um dos músicos que mais influência  teve durante a sua vida, não deixou alunos nem discípulos. A sua desgraça foi o isolamento como músico, numa sociedade que só apreciava a música de teatro.

ChopinRobert Schumann (1810-1856), como Berlioz, também foi um grande escritor e músico. Ele representa o ponto mais alto do romantismo musical na Alemanha e támbem o fim do romantismo em geral. Como pianista não é inferior a Chopin e como inventor de melodias, só Mozart consegue ser melhor que ele.

Os anos de 1830 e 1840, são anos dos jovens hegelianos, ateus e revolucionários, dos começos do jornalismo liberal, da mocidade de Marx.

A influência de Schumann foi maior no estrangeiro do que na Alemanha, onde, na verdade, só houve um único schumanniano autêntico: Peter Cornelius (1824-1874).


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