O
ALTO ROMANTISMO. BERLIOZ E SCHUMANN
No
meio desse romantismo falso e falsificado havia uma excussão, a
forma francesa do alto romantismo: a obra de Berlioz
Louis
Hector Berlioz (1803-1869), foi um importante música da época devido à sua grande
capacidade de invenção melódica. Ao contrário da sóbrias formas
tradicionais como as sonatas organizou as suas obras
musicais como ilustrações musicais de enredos literários de
estrutura não ortodoxa.
Embora
tenha sido um dos músicos que mais influência
teve durante a sua vida, não deixou alunos nem discípulos.
A sua desgraça foi o isolamento como músico, numa sociedade que só
apreciava a música de teatro.
Robert
Schumann (1810-1856), como Berlioz,
também foi um grande escritor e músico. Ele representa o ponto
mais alto do romantismo musical na Alemanha e támbem o fim do
romantismo em geral. Como pianista não é inferior a Chopin e
como inventor de melodias, só Mozart consegue ser melhor que
ele.
Os
anos de 1830 e 1840, são anos dos jovens hegelianos, ateus e
revolucionários, dos começos do jornalismo liberal, da mocidade de
Marx.
A influência
de Schumann foi maior no estrangeiro do que na
Alemanha, onde, na verdade, só houve um único schumanniano autêntico:
Peter Cornelius (1824-1874).